quarta-feira, 16 de setembro de 2009

SOCIEDADE E TECNOLOGIA

Por Flávia Alves Rodrigues, Jairo Freitas Miranda e Luciano Alvarega

Acadêmicos do 2º Semestre do Curso de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos da Universidade Anhanguera Uniderp.


Um grande dilema que a sociedade vive hoje é o avanço tecnológico. Uma evolução cibernética gigantesca nos atuais sistemas tecnológicos, principalmente se comparada com o que existia no final da década de 1990.

O Start desse processo nasceu nos anos 60, quando o homem mirou a lua e planejou sua ida até lá, nascendo então a Era Espacial. Com um projeto em mãos, se viu na necessidade de criar as ações necessárias para executar tal tarefa, dando inspiração a uma infinidade de ferramentas, alimentos, acessórios, enfim, uma gama de produtos que hoje fazem parte do nosso dia-a-dia.

Há três anos a humanidade recebeu imagens enviadas quase que simultaneamente do planeta Marte, dando mostras do que a tecnologia pode nos proporcionar. Viu também imagens do Cosmos, enviadas via rádio do Satélite Hubble, distante trezentos mil quilômetros da Terra.

Até a década de 1960, a tecnologia não havia impactado a forma de relacionamento interpessoal da sociedade, muito focada na relação direta. Assim como, a sociedade e as organizações primavam por uma relação mais efetiva com seus colaboradores. Suas estratégias eram traçadas em reuniões amiúdes, onde os envolvidos discutiam as atividades a serem implementadas.

Porém, a tecnologia veio trazendo mudanças significativas no comportamento do ser humano. Trouxe inúmeros benefícios, é verdade, mas o prejuízo maior ficou por conta do distanciamento ocorrido entre as pessoas, até mesmo no relacionamento familiar. É comum, hoje em dia, pais e filhos se relacionando através de redes sociais (como o MSN, o Orkut e o Facebook), em detrimento do relacionamento afetivo corpo-a-corpo.

Analistas científicos acreditam que chegou a uma nova era, como a ocorrida em 1750 - a chamada Revolução Industrial - que deu novo impulso à sociedade. Nascida primeiramente na Inglaterra, a Revolução se alastrou por França, Bélgica, Alemanha, Itália, Rússia, Japão e Estados Unidos nos séculos XIX e XX.

O mundo acompanha a substituição do homem pela máquina em todos os segmentos. Assiste a extinção de várias profissões e geração de outras. A Medicina já encontra cura para algumas doenças – fato antes impensável. Qual será nosso destino?

Até quando esse molde de convívio será chamado de sociedade, uma vez que já foi chamado de clã?

É preciso saber dosar o aproveitamento que esse avanço tecnológico nos proporciona, para que se possa manter as tradições, reforçando os laços que unem as pessoas a seus grupos, principalmente os familiares.

Tecnologia da Informação

Por José Gomes e Oxsana Gomes
Acadêmicos do 2º Semestre do Curso de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos da Universidade Anhanguera Uniderp.

A informação pode ser considerada como um patrimônio, algo de valor. Não é pura e simplesmente um aglomerado de bytes e sim de um conjunto de dados finamente classificados de forma organizada que uma pessoa ou uma empresa pode tirar proveito. A informação é um fator que pode determinar a continuidade ou a descontinuidade das atividades de um negócio.
Vendo a informação como um bem que agrega valor a uma empresa ou a um indivíduo, é necessário fazer uso de recursos de Tecnologia da Informação (TI) de maneira apropriada, ou seja, utilizar ferramentas, sistemas ou outros meios que façam das informações um diferencial competitivo. Além disso, é importante buscar soluções que tragam bons resultados, mas que tenham o menor custo possível. A questão é que não existe "maneira correta" para determinar como fazer o melhor uso das informações. Tudo depende da cultura, do segmento, do mercado e de outros aspectos relacionados ao negócio e à atividade. As escolhas precisam ser bem feitas, do contrário, gastos desnecessários ou, ainda, perda de desempenho e competitividade poderão ocorrer.
A TI não se restringe a equipamentos (hardware), programas (software) e comunicação de dados. Existem tecnologias relativas ao planejamento de informática, ao desenvolvimento de sistemas, ao suporte ao software, aos processos de produção e operação, ao suporte de hardware, etc.
A tecnologia da informação está arraigada às atividades desenvolvidas na sociedade e norteada com os recursos da informática. Na larga escala de transmissão de dados atuais, ela pode ser entendida como a difusão social da informação, como premissas de sistemas tecnológicos inteligentes. Ser de domínio público ou privado independe o acesso, para as diferentes formas de prestação de serviços.
Para que a TI dentro das organizações surta o efeito positivo, as funções destas organizações deverão passar por um redimensionamento e amplo gerenciamento, desde a sua concepção dentro de cada área, até a chegada do produto final ao cliente. A qualidade da implementação dependerá exclusivamente do planejamento destas mudanças.

São ferramentas imprescindíveis a essa implementação a análise de necessidades, o contexto sociorganizacional, a clareza sobre finalidades, o envolvimento dos funcionários nos vários níveis, (consulta, gerenciamento dos projetos, comunicação e treinamento) e uma implementação controlada, bem como indicadores bem estabelecidos. Ademais, é necessário desenvolver boas estratégias para driblar as barreiras que acompanharão as mudanças do processo.

A complexidade multifacetária do processo de implantação de tecnologia pode ser abordada com diferentes óticas e com âmbitos de análise interorganizacional ou individual.

O processo de gestão da mudança, é um dos inúmeros fatores do sucesso da TI, até mesmo em uma abordagem mais restrita às perspectivas dessas mudanças, é grande a gama de elementos a serem considerados. Este fenômeno possui abordagens inesgotáveis, atendendo-se apenas a um segmento do mesmo. Para pontuar essa questão, podemos entender a implantação de tecnologia com um enfoque analítico das relações de poder ou de exame das dificuldades e facilidades advindas desta implantação, independente de quem a implanta se pessoal externo ou interno.

É necessário abordar a gestão da mudança, para tirar vantagem do conhecimento preexistente a respeito do tema, todavia, é preciso vislumbrar a peculiaridade impar de uma situação. O processo de implantação é puramente a expressão de uma possibilidade que poderia ocorrer, precisa de conhecimento prévio, acerca das fontes e referenciais, este será o padrão de referência, mas sem deixar de observar atentamente ocorrências de variações dentro do processo a ser realizado e também de situações emergentes dentro deste contexto. Se considerarmos o dinamismo dessa implantação e que ocorrem mudanças de situações paulatinamente, veremos que esta situação é ainda bem mais complexa.

Para entender melhor o porquê dos processos de TI e processos de mudanças falharem, é preciso entender as razões destas falhas. Cabe-nos usar a sensatez de perceber e considerar a existência de pequenas, mas freqüentes ocorrências de condições errôneas e comuns aos processos de TI, corrigí-los na base e acumular esse conhecimento extraído para aplicá-los futuramente em outras situações, sem deixar de levar em conta que cada situação possui uma peculiaridade ímpar.

Por fim, uma leitura que não dá conta da realidade como ela se mostra num dado momento, obviamente vai levar a intervenções inapropriadas e, portanto, inefetivas. Isso fará a diferença nos rumos e destinos de cada processo de implantação de TI, logo toda organização que pretenda implantar tal processo deve, antes de mais nada, entender a confluência de todos os aspectos envolvidos, sob pena de arcar com o ônus de um belo trabalho, mas com baixo índice de retorno para organização.

Este negócio de Twitter, Orkut e Facebook não é para minha empresa

Por Adriana Amorim Barbosa, Marcel Daspet de Souza, Pâmela Tizzo Romeiro e Stefano Nobili Menzio Ramos

Acadêmicos do 2º Semestre do Curso de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos da Universidade Anhanguera Uniderp.


Realmente, as mídias sociais não são para todo mundo. Se a sua empresa for fantasma ou existir apenas como fachada para burlar impostos fiscais, com certeza não verá realmente muita utilidade em usar essas tecnologias como ferramentas de expansão.

Agora, me responda: na sua empresa trabalham pessoas? Ela vende para pessoas? Ela lida com pessoas? Então, caia na real, você preenche alguns dos requisitos básicos para gerar um grande buzz nas mídias sociais.

Quer um grande exemplo? A Escola O Quintal e Metropolitano, sediada em Campo Grande-MS, possui um site, com todo suporte pedagógico e financeiro necessário para satisfazer seu público-alvo. Além disso, possui uma comunidade no Orkut e um perfil no Twitter. Você pode me perguntar: Tudo bem, e daí? Te respondo, com a autoridade de quem está no mercado há mais de 30 anos: na comunidade eu posso conhecer meu público de interesse, não somente como eles se comportam dentro da Escola, mas saber seus gostos pessoais, seus interesses e usar estas informações como ferramenta para melhorar o ambiente escolar e aumentar a retenção dos alunos.

Os próprios usuários podem usar esta tecnologia para se conhecer, dialogar e trocar interesses aumentando sua network. Isto acaba criando um senso de comunidade que faz toda a diferença antes do aluno decidir em trocar de escola.

Você não precisa criar grandes spams para divulgar novidades, dados de pesquisa, etc. Isto acontecerá naturalmente dentro da comunidade, pois a resposta é instantânea.

Além do lado nostálgico, pois promove o reencontro de ex alunos, ex funcionários, hoje já existem avós e pais que revivem seu tempo através dos seus netos e filhos, que fazem parte da família “O Quintal” e Metropolitano.

Acreditamos que é preciso estar perto do nosso consumidor e as mídias sociais nos permitem interagir com nosso cliente, conhecer sua opinião, torná-lo fiel, fortalecendo assim a nossa marca na web.

E agora? Você ainda tem dúvidas de que as mídias sociais não são para sua empresa?

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Mídias sociais como ferramenta estratégica de comunicação

O foco da comunicação atualmente está na internet. Redes sociais como o Twitter, o Orkut, o MSN e o Facebook tem revolucionado a forma com que as pessoas e empresas se comunicam. Hoje em dia empresas compram e vendem pela internet e utilizam a Tecnologia da Informação para se relacionar com seus públicos de interesse e tomar decisões.

Essas inovações fazem com que as empresas repensem sua forma de se comunicar com o ambiente externo e interno também. Vemos empresas que utilizam blogues para se comunicar com funcionários, empresas vendem pelo Twitter e até recrutam pessoas através de comunidades do Orkut.

Já existe até redes sociais voltadas ao mercado de trabalho e contato entre profissionais, como a via6, que funciona como Orkut, mas com foco no âmbito profissional.

Vamos comparar duas redes sociais bastante utilizadas: o Orkut e o Twitter. Qual a diferença entre elas? O Orkut é uma rede mais pessoal, que possibilita um nível de privacidade aos seus usuários. Ao contrário do Twitter, que possui um nível menor de privacidade, porém divulga as informações de forma mais rápida, é mais dinâmico. No Orkut as pessoas buscam pessoas conhecidas, e se afiliam a comunidades que vão de acordo com seu estilo de vida e seus interesses. No Twitter as pessoas seguem pessoas e empresas que podem apresentar informações de assuntos de seu interesse. A interação é maior, é mais “online”.

Essas mídias sociais têm sido consideradas um salto na comunicação. São novas formas de empresas e marcas localizar seus consumidores, ouvir o que eles tem a dizer, inclusive sobre suas marcas. Uma pesquisa feita recentemente pela Revolution Magazine publicou a lista das 100 marcas mais mencionadas no Twitter. Dentre elas a Starbucks (multinacional que possui a maior rede de cafeterias do mundo) e, em segundo lugar, a Google.

O Twitter é uma rede social que se tornou referência em comunicação instantânea. Uma estratégia de marketing para empresas se comunicarem com outras organizações, com seus funcionários, clientes e fornecedores. Um exemplo interessante é da Empresa Tecnisa, que foi a primeira empresa a vender um apartamento por meio do Twitter. Assim como outras, que tem promovido seus produtos e agregado um valor intangível às suas marcas. Essa ação da Tecnisa gerou um grande buzz em mídias impressas além de demonstrar o arrojamento da empresa no relacionamento com seus clientes.

Na comunicação interna, empresas têm utilizado os blogues para divulgar informações importantes, que antes eram divulgadas através de mural, e, além disso, coletado informações de seus funcionários que são importantes para suas tomadas de decisões. Interação total!

Por fim, todas essas ferramentas e inovações tecnológicas têm revolucionado as formas de comunicação. As empresas têm buscado seu lugar ao sol nesse novo cenário e cada vez mais associar uma imagem positiva perante seus clientes e melhorar seus processos com a velocidade e a facilidade da tecnologia.


Prof. Adm. Fabricio Bazé (@fabriciobaze)

Professor da Univesidade Anhanguera Uniderp

Consultor Empresarial

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Tecnologias de Gestão

Este blog foi criado para publicar material produzido pelos acadêmicos do Curso de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos da Universidade Anhanguera Uniderp, na disciplina Tecnologias de Gestão, turma N20 - 2009/2.
Em breve você poderá ler os melhores textos e outros materiais produzidos na disciplina.

Até breve.

Prof. Adm. Fabricio Bazé
Email: fabriciobaze@gmail.com
MSN: fabriciobaze@hotmail.com
Twitter: @fabriciobaze