Por Flávia Alves Rodrigues, Jairo Freitas Miranda e Luciano Alvarega
Acadêmicos do 2º Semestre do Curso de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos da Universidade Anhanguera Uniderp.
Um grande dilema que a sociedade vive hoje é o avanço tecnológico. Uma evolução cibernética gigantesca nos atuais sistemas tecnológicos, principalmente se comparada com o que existia no final da década de 1990.
O Start desse processo nasceu nos anos 60, quando o homem mirou a lua e planejou sua ida até lá, nascendo então a Era Espacial. Com um projeto em mãos, se viu na necessidade de criar as ações necessárias para executar tal tarefa, dando inspiração a uma infinidade de ferramentas, alimentos, acessórios, enfim, uma gama de produtos que hoje fazem parte do nosso dia-a-dia.
Há três anos a humanidade recebeu imagens enviadas quase que simultaneamente do planeta Marte, dando mostras do que a tecnologia pode nos proporcionar. Viu também imagens do Cosmos, enviadas via rádio do Satélite Hubble, distante trezentos mil quilômetros da Terra.
Até a década de 1960, a tecnologia não havia impactado a forma de relacionamento interpessoal da sociedade, muito focada na relação direta. Assim como, a sociedade e as organizações primavam por uma relação mais efetiva com seus colaboradores. Suas estratégias eram traçadas em reuniões amiúdes, onde os envolvidos discutiam as atividades a serem implementadas.
Porém, a tecnologia veio trazendo mudanças significativas no comportamento do ser humano. Trouxe inúmeros benefícios, é verdade, mas o prejuízo maior ficou por conta do distanciamento ocorrido entre as pessoas, até mesmo no relacionamento familiar. É comum, hoje em dia, pais e filhos se relacionando através de redes sociais (como o MSN, o Orkut e o Facebook), em detrimento do relacionamento afetivo corpo-a-corpo.
Analistas científicos acreditam que chegou a uma nova era, como a ocorrida em 1750 - a chamada Revolução Industrial - que deu novo impulso à sociedade. Nascida primeiramente na Inglaterra, a Revolução se alastrou por França, Bélgica, Alemanha, Itália, Rússia, Japão e Estados Unidos nos séculos XIX e XX.
O mundo acompanha a substituição do homem pela máquina em todos os segmentos. Assiste a extinção de várias profissões e geração de outras. A Medicina já encontra cura para algumas doenças – fato antes impensável. Qual será nosso destino?
Até quando esse molde de convívio será chamado de sociedade, uma vez que já foi chamado de clã?
É preciso saber dosar o aproveitamento que esse avanço tecnológico nos proporciona, para que se possa manter as tradições, reforçando os laços que unem as pessoas a seus grupos, principalmente os familiares.

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