quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Tecnologia da Informação

Por José Gomes e Oxsana Gomes
Acadêmicos do 2º Semestre do Curso de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos da Universidade Anhanguera Uniderp.

A informação pode ser considerada como um patrimônio, algo de valor. Não é pura e simplesmente um aglomerado de bytes e sim de um conjunto de dados finamente classificados de forma organizada que uma pessoa ou uma empresa pode tirar proveito. A informação é um fator que pode determinar a continuidade ou a descontinuidade das atividades de um negócio.
Vendo a informação como um bem que agrega valor a uma empresa ou a um indivíduo, é necessário fazer uso de recursos de Tecnologia da Informação (TI) de maneira apropriada, ou seja, utilizar ferramentas, sistemas ou outros meios que façam das informações um diferencial competitivo. Além disso, é importante buscar soluções que tragam bons resultados, mas que tenham o menor custo possível. A questão é que não existe "maneira correta" para determinar como fazer o melhor uso das informações. Tudo depende da cultura, do segmento, do mercado e de outros aspectos relacionados ao negócio e à atividade. As escolhas precisam ser bem feitas, do contrário, gastos desnecessários ou, ainda, perda de desempenho e competitividade poderão ocorrer.
A TI não se restringe a equipamentos (hardware), programas (software) e comunicação de dados. Existem tecnologias relativas ao planejamento de informática, ao desenvolvimento de sistemas, ao suporte ao software, aos processos de produção e operação, ao suporte de hardware, etc.
A tecnologia da informação está arraigada às atividades desenvolvidas na sociedade e norteada com os recursos da informática. Na larga escala de transmissão de dados atuais, ela pode ser entendida como a difusão social da informação, como premissas de sistemas tecnológicos inteligentes. Ser de domínio público ou privado independe o acesso, para as diferentes formas de prestação de serviços.
Para que a TI dentro das organizações surta o efeito positivo, as funções destas organizações deverão passar por um redimensionamento e amplo gerenciamento, desde a sua concepção dentro de cada área, até a chegada do produto final ao cliente. A qualidade da implementação dependerá exclusivamente do planejamento destas mudanças.

São ferramentas imprescindíveis a essa implementação a análise de necessidades, o contexto sociorganizacional, a clareza sobre finalidades, o envolvimento dos funcionários nos vários níveis, (consulta, gerenciamento dos projetos, comunicação e treinamento) e uma implementação controlada, bem como indicadores bem estabelecidos. Ademais, é necessário desenvolver boas estratégias para driblar as barreiras que acompanharão as mudanças do processo.

A complexidade multifacetária do processo de implantação de tecnologia pode ser abordada com diferentes óticas e com âmbitos de análise interorganizacional ou individual.

O processo de gestão da mudança, é um dos inúmeros fatores do sucesso da TI, até mesmo em uma abordagem mais restrita às perspectivas dessas mudanças, é grande a gama de elementos a serem considerados. Este fenômeno possui abordagens inesgotáveis, atendendo-se apenas a um segmento do mesmo. Para pontuar essa questão, podemos entender a implantação de tecnologia com um enfoque analítico das relações de poder ou de exame das dificuldades e facilidades advindas desta implantação, independente de quem a implanta se pessoal externo ou interno.

É necessário abordar a gestão da mudança, para tirar vantagem do conhecimento preexistente a respeito do tema, todavia, é preciso vislumbrar a peculiaridade impar de uma situação. O processo de implantação é puramente a expressão de uma possibilidade que poderia ocorrer, precisa de conhecimento prévio, acerca das fontes e referenciais, este será o padrão de referência, mas sem deixar de observar atentamente ocorrências de variações dentro do processo a ser realizado e também de situações emergentes dentro deste contexto. Se considerarmos o dinamismo dessa implantação e que ocorrem mudanças de situações paulatinamente, veremos que esta situação é ainda bem mais complexa.

Para entender melhor o porquê dos processos de TI e processos de mudanças falharem, é preciso entender as razões destas falhas. Cabe-nos usar a sensatez de perceber e considerar a existência de pequenas, mas freqüentes ocorrências de condições errôneas e comuns aos processos de TI, corrigí-los na base e acumular esse conhecimento extraído para aplicá-los futuramente em outras situações, sem deixar de levar em conta que cada situação possui uma peculiaridade ímpar.

Por fim, uma leitura que não dá conta da realidade como ela se mostra num dado momento, obviamente vai levar a intervenções inapropriadas e, portanto, inefetivas. Isso fará a diferença nos rumos e destinos de cada processo de implantação de TI, logo toda organização que pretenda implantar tal processo deve, antes de mais nada, entender a confluência de todos os aspectos envolvidos, sob pena de arcar com o ônus de um belo trabalho, mas com baixo índice de retorno para organização.

Um comentário:

  1. Muito interessante este artigo!!!!!
    Parabéns aos autores, que se continuarem assim, serão "peritos" em TI !!!!!

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